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bichano humano

  • acasamorta
  • 13 de jul. de 2015
  • 1 min de leitura

Cansada, encontro novamente em mim a vaidade que eu não quis.

Desentendo.

O que a provoca?

A minha ou sua desmesura em mostrar a si? A crueldade de quem ignora o que há aqui?

Sigo tentando transcender

apesar de tudo,

apesar de mim,

apesar de ti

e do ego - senhor, centro do mundo, desse mundo que eu não caibo, mas que me pariu.

Presa nos emaranhados do que fizeram, fazem e faço do humano, me pego querendo ser gato.

Pra olhar direto.

Viver leve e sincero, por mim, tudo o que há.

Sem carência de platéia

De ser mais do que já era.

De justificar.

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